Quem fala melhor, ganha.
Uma ideia que tem tanto de errada como de enraizada.
Quem domina a conversa, quem tem a resposta mais rápida, quem apresenta o argumento mais forte, quem sabe conduzir uma negociação como uma partida de xadrez, parece estar sempre um passo à frente.
Vivemos numa cultura que treinou pessoas para a performance da palavra. Aprendemos a comunicar, a apresentar, a defender ideias, a construir narrativas, a criar impacto.
Aprendemos a preparar discursos, a estruturar reuniões, a vender projetos, a influenciar decisões.
Mas... nunca aprendemos o mais difícil: estar verdadeiramente disponíveis para ouvir.
