Sejamos grandes para dentro.
A verdadeira dimensão de alguém não aparece na plateia. Aparece no impacto que deixa nos espaços pequenos onde vive todos os dias.
A verdadeira dimensão de alguém não aparece na plateia. Aparece no impacto que deixa nos espaços pequenos onde vive todos os dias.
Não é estilo. Nem tradição. Anda porque nunca precisou de deixar de andar.
A maior universidade. Sem cátedras. Sem aulas magnas.
A verdadeira fronteira não é geográfica. É administrativa, silenciosa e invisível. Encontram na embaixada o primeiro muro.
Quando se tem de cumprir reuniões às nove, enviar o relatório às onze, alinhar com a equipa às quatro. E a cabeça pede tempo. Para escrever.
Eles querem tudo agora. A geração Alfa. A Beta. A geração Z. Sei lá que mais nomes lhes chamam.
Numa rua discreta da vila onde vivo, havia uma pequena loja com cheiro a couro e cola quente. Lá dentro, um homem de bata castanha. Era o sapateiro.